segunda-feira, 25 de março de 2013

Mapas Mentais



Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para uma técnica de organizar pensamentos e idéias construindo um tipo de diagrama. Essa forma de organizar os pensamentos foi desenvolvida pelo inglês Tony Buzan.
A técnica é voltada para a gestão de informações, para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de resumos; como ferramenta de brainstorming (tempestade de idéias) entre outros.O objetivo desta técnica está em simular no papel, ou em um software, a maneira que nosso cérebro trabalha para pensar, tornando assim o aprendizado muito mais intuitivo e permanente.

Tratando-se de uma ferramenta que estimula o cérebro a trabalhar com mais eficiência e rapidez, podemos dizer que o Mapa Mental serve para organizar e facilitar as nossas mais diversas atividades diárias.

Reconhecendo que nossa memória está presente em todos os momentos da nossa vida é fácil entender como o Mapa Mental é importante quando precisamos extrair dela as informações às quais queremos ter acesso, bem assim quando queremos depositar novas informações ou elementos da nossa imaginação (criatividade) que não gostaríamos de esquecer.É, também, uma maneira eficiente de fazer com que o nosso raciocínio esteja sempre em movimento.

O Mapa Mental é útil nas atividades escolares, seja do aluno, do professor tornando o ensino e aprendizado mais fácil e intuitivo. É útil também para as atividades do pesquisador, do palestrante e mesmo daqueles que exercem atividades administrativas. É instrumento eficiente no trabalho, seja no setor público ou privado e até mesmo no planejamento do nosso lazer, como organização de viagens e tantas outras possibilidades.

Projetado para estimular o cérebro a trabalhar com mais rapidez, torna as decisões mais rápidas e precisas, até porque nos deixa ver um maior número de possibilidades.

Os diagramas dos mapas mentais são constituídos por um ideia central que se ramifica para outras idéias secundárias e assim por diante. Quanto mais central, mais genérica é a ideia, tornando-se mais específica a medida que vai se ramificando.

Eles podem ser elaborados por meio de hidrocores coloridos sobre folhas de papel ou por um programa de computador. Essa técnica pode ser aplicada a diversas tarefas o atividades, sejam elas profissionais ou apenas lazer, de modo individual ou em grupo para organizar ou planejar algo. Esse método gráfico de organização dos pensamentos está se tornando cada vez mais utilizado no mundo. Programas de mapas mentais tem sido o tipo de softwares mais comprados no site da Amazon no Japão. Empresas brasileiras como a Embraer utilizam mapas mentais no planejamento da construção de seus aviões.

Para mais informações acesse: http://www.usemapasmentais.com.br/index.php/o-que-e

segunda-feira, 11 de março de 2013

Banco Internacional de Objetos Educacionais



O Banco Internacional de Objetos Educacionais (BIOE) tem por objetivo principal localizar, catalogar, avaliar e disponibilizar objetos educacionais digitais elaborados em diversas mídias nas áreas de conhecimento previstas pela educação infantil, básica, profissional e superior.
O BIOE é um repositório criado pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Rede Latinoamericana de Portais Educacionais (RELPE), Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e algumas universidades brasileiras. Visa localizar, catalogar, avaliar, disponibilizar e compartilhar recursos educacionais digitais de livre acesso, disponíveis em diferentes formatos – como áudio, vídeo, animação, simulação, software educacional, imagem, mapa e hipertexto, considerados relevantes e adequados à realidade da comunidade educacional brasileira e internacional.
A proposta do Ministério da Educação é inserir os professores , principalmente os que estão longe dos grandes centros urbanos , no ambiente das novas tecnologias. O portal faz parte da politica de informatização das escolas brasileiras , que prevê a instalação de 25 mil laboratórios de informatica, 22 mil escolas com banda larga e capacitação de professores ao longo do ano.O conteúdo do portal inclui sugestões de aulas de acordo com cada disciplina e recursos audiovisuais como videos , fotos , mapas , textos , áudios que tornam o conteúdo mais dinâmico e interessante para o aluno. 
Chats , blogs e seminários on-line vão estimular a comunicação e a interação entre os professores, que contarão com uma serie de links de bibliotecas digitais e museus serão estimulados a criar sites de escolas. O Banco Internacional de Objetos Educacionais permitirá o acesso rápido e gratuito a videos , animações , jogos , textos , áudios e softwares educacionais. No Banco, professores terão acesso a conteúdos produzidos para todos os níveis de ensino , do fundamental ao superior. A produção de países como Argentina , Canadá , China ,Alemanha,França,Itália,Holanda , Portugal , Reino Unido e Estados Unidos estará disponível.

Para mais informações acesse: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Mec

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Mobile Learning


M-learning (mobile learning) é o campo de pesquisa que investiga como os dispositivos móveis podem contribuir para a aprendizagem.  A questão chave é a possibilidade de aprender em qualquer lugar, aproveitando o tempo disponível. A favor dessa proposta, são destacados aspectos como interatividade, mobilidade, aprendizagens em contextos reais e práticas de trabalho em equipe.

Os dispositivos móveis (celulares, tablets, entre outros) estão em rápida evolução tecnológica e apresentam recursos cada vez mais favoráveis ao uso educacional.  É possível utilizar aplicativos educacionais diversos, realizar pesquisas, acessar ambientes virtuais de aprendizagem, filmar, fotografar, entre outras ações.
Certamente, não se defende o uso exclusivo desses dispostivos, mas sim a visão de que os mesmos apresentam potencialidades que podem ser bem aproveitadas pedagogicamente.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Ferramentas do Google Drive




Google Drive é um serviço de armazenamento, sincronização e compartilhamento de arquivos on-line, apresentado pelo Google, em 24 de abril de 2012. Ele abriga o antigo Google Docs, que,por meio de um leque de aplicações de produtividade, oferece a edição de folhas de cálculo, apresentações, e muito mais.


Tipos de Arquivos do Google Drive

Ele é composto de Editor de Texto, Apresentação, Planilha, Formulário e Desenho. As ferramentas possuem a maior parte das funcionalidades encontradas em programas como o Office e algumas particularidades que você só ira encontrar nele.


Documento de Texto do Drive

Vantagens de se utilizar a ferramenta: seus arquivos ficarão seguros, de modo que ninguém terá acesso a ele sem saber a sua senha da conta do Google;  Não há risco de perder seus arquivos por problemas em computadores, pen drive e cds, pois seus arquivos ficam guardados na Internet e se você perder os arquivos locais, bastará apenas baixá-los novamente.

O Google Docs também possui a versão Desktop , por meio da qual é possível organizar a sincronização de arquivos entre o seu computador (PC) e a versão web do Drive. O aplicativo é baixado no próprio site do Drive.

Recentemente, a Google implementou um recurso no qual você pode integrar os serviços do Drive, podendo trabalhar com documentos "on-line" mesmo estando desconectado da internet. Segundo o blog oficial do Google Docs, a experiencia de trabalho foi aprimorada permitindo exibir arquivos disponíveis no modo Off-line.

Através desse aplicativo as práticas de ensino e aprendizagem ganharam um aliado de peso com a computação em nuvem. O fato de que arquivos e documentos podem ser acessados de qualquer lugar através de PC(Computadores Pessoais) e dispositivos móveis criou uma dinâmica para as atividades educacionais , criando mecanismos que incentivam a colaboração.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Computação em Nuvens






Quando se fala em computação nas nuvens (do inglês “cloud computing”) , fala-se na possibilidade de acessar arquivos e executar diferentes tarefas pela internet. Quer dizer, você não precisa instalar aplicativos no seu computador para tudo, pois pode acessar diferentes serviços online para fazer o que precisa, já que os dados não se encontram em um computador específico, mas sim em uma rede.


Uma vez devidamente conectado ao serviço online, é possível desfrutar suas ferramentas e salvar todo o trabalho que for feito para acessá-lo depois de qualquer lugar — é justamente por isso que o seu computador estará nas nuvens, pois você poderá acessar os aplicativos a partir de qualquer computador que tenha acesso à internet.

Basta pensar que, a partir de uma conexão com a internet, você pode acessar um servidor capaz de executar o aplicativo desejado, que pode ser desde um processador de textos até mesmo um jogo ou um pesado editor de vídeos. Enquanto os servidores executam um programa ou acessam uma determinada informação, o seu computador precisa apenas do monitor e dos periféricos para que você interaja.

Um exemplo perfeito de computação em nuvens é o Google Docs (Drive), que possui ferramentas no estilo Office, com as quais você pode acessar um  processador de textos, uma ferramenta para planilhas e até mesmo criar e visualizar apresentações de slides.


As vantagens de tal método de armazenamento são muitas para o usuário. Afinal, além de dispensar o download de documentos para poder utilizá-los corretamente, o acesso a eles depende exclusivamente de uma conexão com a internet e, no máximo, de um registro em algum endereço específico.

Ao guardar os arquivos em servidores com espaço virtualmente ilimitado (e que cresce a cada dia), a nuvem libera espaço no disco rígido do usuário e evita problemas decorrentes da falta de backups. Enquanto um usuário normal nem sempre se lembra de fazer cópias de segurança de seus arquivos, estas são estabelecidas de forma automática nos servidores dos serviços baseados na nuvem – até mesmo como uma forma de continuar oferecendo acesso a elas, caso alguma unidade de armazenamento utilizada apresente problemas.



quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

MOOC -Massive Open Online Course


Pessoas de todo o mundo já entenderam que para se destacar no mercado de trabalho, na economia moderna, é preciso que a capacidade de pensar, raciocinar, calcular e produzir seja mais desenvolvida do que nunca.

A procura por conhecimento atingiu ao um alto nível e tem por tendência aumentar. Segundo pesquisas feitas no Estados Unidos, a dívida do credito educativo é estimada em 1 Trilhão de Dólares.

Com base nesses paradigmas, surgiram diversas iniciativas, pagas ou gratuitas, que têm como objetivo atingir parte da sociedade que muitas vezes não consegue ser atendida pela educação.

Com base nesse raciocínio, grandes instituições acadêmicas americanas e grandes elites universitarias como MIT, Harvard , Princeton, Stanford, entre outras, estão se unindo para criar plataformas de cursos a distância para as massas, conhecidos como MOOC (Massive Open Online Course). Cerca de 219 cursos de nível universitário on-line foram abertos gratuitamente, em 2011.

Um MOOC é um curso on-line que visa o acesso em grande escala de participação e de forma aberta por meio da Web.

A origem dos MOOCs é o sentido de cooperação, de modo que, além de utilizar conteúdos já disponíveis gratuitamente na Web, a parte produzida é compartilhada pelos próprios participantes com post em blogs e fóruns de discussão.

Segundo McAuley, Stewart, Siemens e Cormier, em  Massive open online courses: digital ways of knowing and learning, o MOOC se constrói pelo envolvimento ativo dos alunos que auto-organizam sua participação em função de seus objetivos de aprendizagem, conhecimentos prévios e interesses comuns. Dessa forma possuem pouca estrutura quando comparado com cursos normais, que já começam com o conteúdo e as atividades prontas.

Sendo assim, os MOOCs redefinem a estrutura do curso, uma vez que a responsabilidade de ensino não se encontra somente nas "mãos" do professor, sendo distribuída por toda classe.

Isso tudo possibilita uma educação on-line interativa e colaborativa, com basto custo e em larga escala, o que para muitos parecia impossível.

Mas, há também muitos problemas e desafios a serem superados, como a falta de estrutura e objetivos de aprendizagem, o que pode gerar, por exemplo, um sentimento de falta de orientação. 

No Brasil, o MOOC foi dinamizado por Paulo Simões (Portugal) e João Mattar (Brasil), no dia 15/10/2012, quando foi iniciado oficialmente o primeiro Massive Open Online Course (MOOC) em língua portuguesa, o MOOC EaD. 


O MOOC EaD é apoiado pelo Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (TIDD), da PUC-SP, e pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED). 



Para outras informações acesse: joaomattar.com/blog/2012/03/24/mooc/